terça-feira, 5 de junho de 2007

A estrada do arco-íris (1 de 4)

Era uma vez, uma menina muito pequena que morava debaixo de uma rosa nos jardins de um prédio muito grande. Porém, só saía de casa à noite para não ser pisoteada.
Todos os dias, ela via um jovem passar em frente à sua rosa. Ela não gostava dele. Motivos ela tinha. Era algo que não agrada a ninguém: ele tinha uma cara fechada. Mas acontece que eram poucas pessoas que percebiam esse lado do nosso coadjuvante. Essa menina com certeza possui uma percepção acima do normal. Do tipo de percepção que somente pessoas com grandes corações possuem (no caso dela, é capaz do coração ser maior que ela).
Mas como a vida é uma eterna criança bagunceira, a nossa protagonista resolveu entrar em contato com Jovem-Fechado. Os motivos que a levaram a fazer isso? Um mistério a ser resolvido até hoje.
Desde as primeiras cartas que trocaram, os dois se deram muito bem, e Pequena-Menina percebeu que ela estava errada acerca de Jovem-Fechado. Dali surgiria uma amizade.
Mas não uma amizade qualquer. É daquelas amizades saudáveis onde os dois sabem brincar (na maior parte do tempo) e a hora de ser sérios. Jovem-Fechado notou desde o princípio que por trás daquela felicidade de Menina-Fechada, algo aa incomodava. Eles conversaram sobre o assunto brevemente.
Nosso coadjuvante-já-não-mais-coadjuvante-mas-sim-um-segundo-protagonista deixou sua amiga falar e não fez muitas perguntas. Ele acredita que as pessoas falam o suficiente para se sentirem aliviadas e não existe necessidade de ficar perguntando coisas assim. O que eles conversaram? Não cabe a este narrador falar, sou apenas um escritor. Se algum dia ela quiser falar dos problemas dela com você, ela irá falar. E também não quero escrever sobre coisas tristes e filosóficas, não faz o estilo de nenhum dos dois protagonistas. Eles preferem coisas alegres e alegro-filosóficas.
Se você visse os dois brincando, com certeza iria querer se juntar à brincadeira. Uma amizade pode ter vários pilares. Um desses pilares é a brincadeira. O caso citado é a própria brincadeira. Quanto mais brincadeiras, mais amigos eles ficam, mais respeito surge, mais eles se conhecem, etc, etc, e bla, bla, bla. Ou seja, se eles brincam bastante, e o pilar dessa amizade é a brincadeira, a cada dia que passa, mais sólida fica essa base.
Um dia, o Jovem-Fechado-Mas-Não-Mais-Fechado-Assim teve que viajar. Ele foi para o litoral, para as terras de sua amiga. Prometeu trazer fotos e histórias. Nesse tempo, eles trocaram algumas mensagens através de pombos-correio. Vá por mim, eu tenho certeza que essas histórias serão contadas enquanto eles degustam uma cerveja, ou um saquê, ou uma tequila. E acredite, ela é quase uma alcólatra.
Uma vez, por descuido, Menina-Pequena caiu em um copo de saquê. Mas esta é uma outra história que merece ser contada em outra crônicazinha. Então vai ficar para outra hora. Voltemos à nossa história e descobrir o que significa o título dessa crônica.
Nosso segundo protagonista, antes de voltar para casa, irá passar alguns dias nas terras de onde veio. São as terras descritas pelo Mestre Ian como sendo as terras onde nascem os homens da montanha, e de onde o som do vento conta tudo. Depois de uma curta estadia, voltará para casa.
Pequena-Menina disse que irá morar lá perto de onde nosso segundo protagonista mora. Assim poderão seguir a longa estrada do arco-íris onde dizem que existe um pote de ouro no final.
Quem gostou dessa notícia mesmo foi a própria Pequena-Menina, pois nem vai precisar caminhar. Poderá seguir viagem sentada no ombro de seu amigo (cujo nome estou com preguiça de escrever) durante a viagem toda...
Em princípio ele ficou chamando-a de folgada. Mas depois se acostumou com a idéia. Depois acabou gostando de ter um ser minúsculo pendurado em seu ombro. É divertido sentir ela tentar se equilibrar enquanto ele de repente balança os ombros só para assustá-la. E assim seguiram pela estrada do arco-íris...
Depois que pisaram na estrada? Não sei... a história parou nessa parte...

4 comentários:

Unknown disse...

essa historia tem 4 capitulos?
heohheohooehoe
quero ler tudoo!!

Unknown disse...

essa historia tem 4 capitulos?
heohheohooehoe
quero ler tudoo!!

Anônimo disse...

Sem dúvidas a base de uma amizade é a brincadeira, heim, Zé Ruela?!?!
kkkkkkkkkkkkkk
Histórias do pequeno-GRANDE-Jovem-Guerreiro...
Besitos

Anônimo disse...

Hum...

Tipo...

É difícil, mas é algo que tem que ser dito...

FLUMINENSE CAMPEÃO PORRA!!!!!!

=D!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!